• 8 ª Gestão
(1987-1991)
Presidente:
Mercedes Della Fuente

A eleição aconteceu no dia 20 de agosto de 1987, na Sede atual
do CFB, Ed. Rádio Center, Sala 2079, em Brasília e a posse
se deu no dia 17 de setembro de 1987, na mesma sede do CFB.
A Presidência coube à bibliotecária Mercedes Della Fuente,
escolhida no mesmo dia da posse. Os demais Conselheiros eram os seguintes:
Helena de Miranda Rosa e Souza, Hilcke Frederica Weis, Francisca Dantas Lima,
Gilka Maria Mendonça Brasileiro, Lídia Maria Batista Brandão,
Ana Lúcia de Andrade, Maria Tereza W. T. C. Fontoura, Maria Christina
de A. Nogueira, Farides Lucas Camilo Suano, Dinorá Luna de Assis Quaresma,
Norma Soares Barata, Inês Rosito P. Kruel e Corita Aguiar da Silva. Os
suplentes foram: Claudia Montanino, Virginia Astrid de Sá e Santos e
José Albuquerque Moreira.
Coube a esta gestão resolver uma questão que ainda hoje se coloca
em dúvida, se os professores de biblioteconomia devem ou não
pagar anuidade ao CRB. Em 23 de novembro de 1987, uma Professora de Biblioteconomia
do Rio de Janeiro, enviou apelo ao CFB, para não pagar a anuidade. Seu
pedido foi estudado e negado, com base na legislação vigente.
Esta Gestão teve graves problemas junto ao TCU, quanto à prestação
de contas da Gestão anterior e problemas também com as eleições
no CRB-4 e CRB-12. O CRB-12 não teve candidatos e com a intervenção
do CFB, arrumaram candidatos e a eleição foi efetivada. No CRB-4
a eleição foi cancelada por vícios no processo eleitoral
e sofreu também intervenção do CFB, e novas eleições
foram marcadas e realizadas.
Esta Gestão iniciou a reforma da Sede, sendo a Sala 1079 reintegrada
ao CFB; elaborou o Manual de Sistemas e Métodos do CFB e publicou a
legislação do CFB, até a 8ª Gestão.
O anteprojeto da Lei do bibliotecário foi estruturado e enviado às
Associações, CRB e Cursos de Biblioteconomia, para estudos e
sugestões. Uma Comissão Especial do CFB, coordenada por Laura
Russo, consolidou o resultado da pesquisa e deu entrada com o anteprojeto
no Congresso.
Uma das questões dessa pesquisa, perguntava qual o nome pelo qual o
profissional gostaria de ser chamado. Apesar das inúmeras sugestões,
o nome que prevaleceu foi mesmo BIBLIOTECÁRIO, referendado pela
maioria dos respondentes.

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